29/06/2011

Ensinamento



Amado(a) Irmão(a)

"(...) tomai toda a armadura (...) cingindo-vos com a verdade, e vestindo-vos da couraça da justiça" (Ef .6:14).
Como todo guerreiro que desejava proteger-se contra ataques inimigos, o soldado romano usava sua armadura durantes as batalhas enfrentadas. Paulo usa essa figura para ilustrar a preparação do soldado de Cristo, no combate contra as trevas.

Firmando toda a Armadura sobre o compromisso de viver na Verdade, os soldados de Cristo, no combate diário, devemos assumir a postura de quem está decidido a FALAR sempre a verdade, VIVENDO nela e PRATICANDO-a em toda extensão que o Espírito de Deus nos levar a conhecer através daqueles momentos a sós com Ele, em Oração e Meditação. Se não houver compromisso e envolvimento pessoal diário com essa parte da Armadura, então, perderemos todo o restante dos benefícios que a vida em Deus poderia dar-nos. Isso porque as outras partes, como Couraça e Espada dependem do Cinturão - o da Verdade - pois essas duas outras peças apóiam-se nele! E assim como não basta ao soldado cingir-se com o cinturão, mas não usar nem a espada para atacar o inimigo, nem a couraça para defender-se dos ataques que serão desfechados contra ele - nesta região tão vital do corpo humano onde se encontra o coração, o qual não pode sofrer a mínima lesão, pois isso seria fatal – de igual modo, também para nós, soldados espirituais que somos, o uso de um único elemento da Armadura garantiria, certamente, apenas a derrota, a perda. Em termos práticos, se não assumirmos o compromisso de viver a Verdade a respeito daquilo que recebemos da parte de Deus e que procuramos confessar, seguido por um envolvimento prático com tudo o que diz respeito à nossa Fé, podemos perder os benefícios práticos da JUSTIÇA, ilustrada por Paulo como sendo a Couraça, e da PALAVRA DE DEUS - espada, sapatos, escudo etc.

Tais armas estarão agindo de forma que, ora nos defenderão, ora nos darão condições de também desfechar ataques contra o inimigo. Para que tenhamos coragem e ousadia no uso de todas elas, é necessário compreendermos o valor da dádiva de Deus que é Sua JUSTIÇA, a qual nos protege em Cristo Jesus.

Com base na morte e ressurreição de Cristo dois mil anos atrás, recebemos a Justificação, ou seja, somos declarados justos – correta e espiritualmente posicionados na Redenção, tanto diante de Deus quanto diante do Príncipe das trevas. Perante Deus - uma vez que recebemos a Cristo como Senhor e Salvador pessoal - somos filhos, e podemos erguer nossas mãos em louvor e adoração a Ele como nosso Pai, por causa do que Jesus realizou, redimindo-nos de todo pecado e também do sentimento de culpa - conseqüência do mesmo; e por termos aceito isso como um fato suficiente da parte de Deus para nossa isenção dos pecados, precisamos entender que tudo mudou em relação a todas as circunstâncias adversas que nos rodeiam. Louvado seja Deus por isto! Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo; como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele (...) e nos predestinou para filhos de adoção por Cristo Jesus (...) para louvor da glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si mesmo no Amado (Ef 1:3-6). A compreensão daquilo que possuímos nesse Senhor, em termos da Justificação, é uma arma poderosíssima, pois nos livra, na prática, das insistentes acusações do inimigo. É a Justiça de Deus em Cristo que nos coloca na gloriosa condição do Senhor Jesus aqui na Terra - assunto que precisaremos aprender muito bem para poder desfrutarmos daquilo que somos, e daquilo que possuímos através do nosso Redentor. E isto é tão maravilhoso!

Vejamos ainda o que diz a Palavra de Deus: "Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu (...) Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus" (Rm. 8:33,34,1). Em termos bem práticos, a peça da Armadura denominada Couraça da Justiça protege-nos da acusação do inimigo, e livra-nos da religiosidade, firmando-nos na Verdade sobre nossa correta identidade, pois, "Aquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele fôssemos feitos a justiça de Deus" (II Co 5:21). Quando recebemos a Jesus como Senhor e Salvador, nossa Posição Espiritual muda, e daquele momento em diante, somos vistos nEle! E é justamente da compreensão dessa posição que temos em Cristo que o inimigo procura afastar-nos. Por isso, quando sua acusação não funciona, ele vem através de engano e mentira, desfechando ataques, procurando persuadir-nos de que a Graça de Deus não é assim tão favorável tão disponível... tão maravilhosamente graciosa!

E, acredite-me, o inimigo tem alcançado muito sucesso nesse tipo de operação, pois alguns círculos evangélicos, Igrejas e Denominações baseiam seu relacionamento com Deus naquilo que fazem – as obras; tais como aquilo que vestem, comem, mantêm nos cabelos (comprimento) etc. A Justiça de Deus para nós é um Dom - uma dádiva que recebemos devido àquilo que o Remidor fez por nós: "(...) os que recebem a abundância da graça e o DOM DA JUSTIÇA reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo" (Rm 5:17). O que somos - Justiça de Deus em Seu Filho - é também algo que nunca poderemos melhorar, ou seja, nunca nos tornaremos mais justos do que éramos no momento em que recebemos Cristo como nosso Eterno Salvador. É verdade que após alguns anos do nosso novo nascimento, tal fato fica cada vez mais claro, e podemos até pensar que nossa Posição Espiritual melhorou diante de Deus - mas não é verdade. Essa impressão ocorre devido ao resultado de – após meditarmos continuamente sobre o referido assunto na Palavra de Deus – irmos conseguindo ver tudo cada vez com mais nitidez, o que nos era impossível, como cristãos recém-nascidos. Este acontecimento – de sermos Justiça de Deus em Cristo - é algo que nunca poderemos melhorar, por se tratar de uma dádiva que somente Deus poderia conceder-nos, ao invés de podermos conquistá-la, e só havia Um Homem em todo o Universo capaz de oferecê-la aos pecadores: Aquele cuja vida sempre foi isenta de qualquer mancha e pecado – O então Unigênito! Essa posição espiritual recebemos por causa da Graça de Deus, pois nada fizemos – nem poderíamos - para merecê-la. Tudo que temos de fazer é aprender o que significa o grandioso fato de sermos Justiça de Deus em Cristo - que é possuirmos a mesma condição que o Senhor Jesus possuiu para agir na Terra. Para compreendermos melhor o assunto, imaginemos uma pessoa que – embora tenha nascido num lar cujos pais eram milionários - foi vendida como escrava, e assim viveu por muitos e muitos anos, na pobreza! Um dia, porém, alguém lhe conta sobre sua verdadeira identidade, sua verdadeira origem, e ela acredita que tudo que dizem a seu respeito é verdadeiro! Então, inicia-se um processo para que ela venha experimentar na prática, sua verdadeira herança. É claro que ela poderá demorar um pouco para acostumar-se com a idéia, pois que vivera durante tantos anos sob o domínio da pobreza e da miséria, mas acabará - se assim quiser - desfrutando de sua herança, uma vez que a verdade sobre ela não é a de ser uma escrava, mas, herdeira de um império financeiro! O conhecimento desse fato mudará por completo sua forma de encarar a vida, e também os problemas da mesma. Assim é com respeito à condição que temos em Cristo Jesus! No entanto, precisamos passar tempo meditando e estudando o assunto até que a grandeza dessa Verdade faça parte de nossa consciência interior.

No começo poderemos achar estranho um fato tão grandiosamente elevado, mesmo inconcebível até então; e o diabo trabalhará intensamente para impedir-nos de desfrutar do que é nosso. Mas, creia-me - pois estou falando com base nas vitórias a que tenho chegado por oferecer-me em sacrifício ao Espírito Santo, principalmente na prática da Oração em Línguas por horas seguidas: nós venceremos também essa fase da estranheza - se formos persistentes. E acabaremos experimentando NA PRÁTICA, sim, NO NOSSO DIA-A-DIA, essa gloriosa Posição a que todo filho tem direito: herdeiro de Deus e co-herdeiro de Jesus. Aleluia!!! O apóstolo Paulo chama nossa atenção para o fato de que, para nós, a Justiça é como a Couraça para o soldado, e pensando sobre a tal peça da vestimenta do soldado romano, verifiquei que na região protegida pela couraça está um órgão muito importante para a vida: o coração. A compreensão do que somos e do que possuímos em Cristo Jesus é de tamanha importância, que ignorar essa Verdade será o mesmo que se expor fatalmente aos ataques do inimigo. É como se não pudéssemos defendermo-nos, ficando totalmente vulneráveis a seus dardos inflamados de acusação - os quais ele lança persistentemente contra nós. Lembro-me de como o inimigo alcançou vantagem tantas vezes sobre mim, no passado, quando eu ignorava meus direitos conquistados pelo Senhor Jesus Cristo. Quando me cansava de viver na derrota - desanimado por causa das circunstâncias e tempestades que o diabo levantava contra mim - procurava animar-me um pouco, com a Palavra de Deus. E só hoje percebo o quanto esse opositor procurou manter-me longe desse entendimento; desta arma poderosa que é conhecer nosso verdadeiro posicionamento em Cristo Jesus! Eu me via como alguém que está afogando-se no meio do oceano, quase a sucumbir, fazendo tentativas de salvar-se, porém, sentia como se alguém me puxasse para baixo, para que eu não respirasse. O diabo estremece só em pensar que podemos operar na plenitude da compreensão de nosso Lugar de Autoridade em Jesus, pois quando descobrimos a grandiosa Verdade sobre quem somos por encontrarmo-nos nEle, inevitavelmente tudo muda na nossa história! Dessa forma o inimigo se lançava sobre mim com tantas acusações que eu me via muitas vezes atordoado e tão deprimido que não percebia qualquer perspectiva de vitória, sentindo-me horrível por dentro, com aquele gosto amargo da derrota! Porém, quando descobri que tenho a mesma condição que o Primogênito teve diante do Pai, e também diante das Trevas, tudo mudou pra mim!

Lembro-me de como Deus começou ensinar-me sobre a Justiça. Certa noite, a Unção - a Presença de Deus - era tão forte sobre mim que não conseguia dormir. Então, o Espírito disse-me para levantar, pois Ele queria falar comigo. Eu obedeci. Assim, Ele me levou para este conhecido texto, onde Jesus diz: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize" (Jo 14:27). Naquela madrugada surpreendi-me com a revelação dessa passagem das Escrituras que eu supunha conhecer tão bem.

Jesus me perguntou se eu sabia que Paz era aquela a que o versículo se referia: "a MINHA PAZ vos dou". E Ele me disse: - "A minha paz é aquela na qual eu vivi".

Eu lhe perguntei que paz era aquela na qual Ele vivera enquanto esteve aqui na Terra. Sabe para onde Ele me levou? Para uma experiência que nos faria ter os batimentos cardíacos aumentados, as mãos úmidas, etc. – para não falarmos claramente do desespero. "Ora, levantou-se grande temporal de vento, e as ondas se arremessavam contra o barco, de modo que o mesmo já estava a encher-se de água" (Mc 4:37).

Entretanto, Ele – o Príncipe da Paz – "(...) estava na popa DORMINDO sobre o travesseiro (...)" (Mc 4:38). A paz que nos permite viver na vitória apesar das circunstâncias, é exatamente a mesma que fazia com que Jesus descansasse em meio àquela tempestade – quer creiamos, quer não! Porém, já que essa é a Verdade, e dessa possibilidade necessitamos tanto, é melhor crermos - ainda que perplexos com tal possibilidade, fiquemos! Quando Jesus disse "Minha paz", Ele tratava da paz que não é determinada pelas circunstâncias - pois essa, falsa, o mundo tem que é a paz existente enquanto não surge qualquer doença, desemprego ou conflito em nossa família etc. Então, lembremo-nos de que ao dizer "não como o mundo a dá", Ele referia-Se à falsa paz, pois a que Ele nos deu – Verdadeira - é uma arma tão poderosa que nos permite levantar em meio às ondas tumultuadas da vida e mudar por completo a situação, tendo os pés protegidos com as Boas Novas de tão fortalecedora Paz! No uso da Armadura, o soldado deveria proteger-se com aqueles calçados especiais, de posse dos quais estaria pronto para qualquer combate ou ataque repentino do inimigo! Da mesma forma acontece conosco, pois a Justiça comprou-nos o direito de calçar os Sapatos do Evangelho da Paz, isto é, de vivermos firmados na arma agressiva de Deus: a Sua Paz. E da mesma maneira que o Senhor Jesus levantou-Se em meio àquela tempestade e "(...) repreendeu o vento e disse ao mar: Acalma-te, emudece! O vento se aquietou e fez-se grande bonança" (v 39), assim também nós podemos desenvolver esse tipo de virtude, enfrentando e vencendo - com a Paz que Ele nos deu - todas as circunstâncias adversas, exatamente como Ele fez com aquela tempestade. A Paz de Deus é apenas parte de nossos direitos, os quais foram conquistados na cruz sob ferrenha batalha! Poderíamos dizer com respeito ao medo, o mesmo que está escrito com relação ao pecado: Aquele que não conheceu tormento e medo, Ele O fez tormento e medo por nós, para que nEle fôssemos feitos Justiça de Deus. O mesmo poderíamos dizer em relação ao dinheiro, tomando como referência o conhecimento da "(...) graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico por amor de (nós), se fez pobre, para que pela sua pobreza, (nos tornássemos) ricos" (II Co 8:9). E, buscando meditar nas Verdades que vêm sendo ditas pelo mesmo apóstolo - na mesma Carta aos Coríntios, acerca do nosso Remidor, por vários capítulos seguidos - podemos parafrasear: Aquele que não conheceu pobreza, Deus O fez pobreza por nós, para que nEle fôssemos feitos Justiça de Deus. E você pode fazer o mesmo com relação à saúde, substituindo a palavra pecado por doença, em II Co5:21, lendo-o em conexão com Isaías 53:4, tendo em cada referência, a mesma Verdade. E assim é com respeito a qualquer aspecto de nosso viver. Em relação ao nosso espírito, à nossa alma e ao nosso corpo, sobre situações de passado, presente e futuro, diante de Deus, dos santos anjos, dos demônios, de pessoas nos Céus, na Terra e no Inferno, somos Justiça (retidão; possuímos o padrão dEle) de Deus em Cristo Jesus. Glória a Deus! Há dois acontecimentos registrados na Bíblia para os quais quero chamar a sua atenção. Os dois estão registrados no livro dos Atos dos Apóstolos:

No capítulo 12 temos o registro da execução de Tiago - o qual se encontrava aprisionado juntamente com Pedro. O texto diz que esse "(...) dormia entre os dois soldados, acorrentado com duas cadeias, e sentinelas à porta guardavam o cárcere" (v.6). Nem parece o mesmo Pedro medroso, gritando de pavor na tempestade do mar da Galiléia! A diferença é que lá no barco, na tempestade, ele era dominado pelo medo; então, as circunstâncias eram o meio que o diabo usava para mantê-lo na incredulidade. No entanto, no episódio citado acima - provavelmente 10 anos após o medo do afogamento -, vemos um Pedro vivendo em tamanha paz que podia descansar em meio às ameaças de morte! Quanto crescimento na aceitação da Paz deixada e doada pelo Mestre! Ele entendeu que agora era diferente! Estava dominado pela compreensão de que ele era Justiça de Deus em Cristo Jesus!

Ninguém - a não ser que esteja dominado por essa compreensão sobrenatural - consegue dormir sabendo que será executado no dia seguinte! Porém, era isso que Pedro estava fazendo: a exemplo de seu Mestre e Senhor no Mar da Galiléia, ele – aluno já aprovado -, descansava, quando "(...) sobreveio um anjo do Senhor, e uma luz iluminou a prisão; e, tocando ele o lado de Pedro, o despertou (o que significa que estava dormindo), dizendo: Levanta-te depressa. Então as cadeias caíram-lhe das mãos" (At 12:7). Quanta diferença do Pedro que havia negado ao próprio Jesus! Se as circunstâncias desse apóstolo mudaram, as nossas também poderão mudar! Se tudo ficou diferente para ele, também pode ficar para nós, pois dependemos do mesmo Cristo; somos auxiliados pelo mesmo Espírito Santo! Pedro – deixando-se envolver pela compreensão da Justiça divina - aprendera a andar na condição que Jesus lhe dera: a de dormir em meio às circunstâncias adversas, conforme já vimos em Marcos 4:38. Assim como o Mestre, o discípulo aprovado não se desgastou; não ficou temeroso esfregando as mãos, procurando uma saída para o seu problema; não contratou um advogado para livrá-lo da prisão. Não! Ele simplesmente des-can-sou.

E por causa de sua firmeza na Paz que para nós Jesus conquistara, o anjo veio e mudou toda aquela situação, livrando-o da prisão. O outro acontecimento ao qual estamos chamando a atenção é o de Paulo e Silas, também presos - depois de serem açoitados. Ao invés de estarem reclamando da vida - como muitos de nós certamente faríamos - eles cantavam louvores a Deus (At 16:18-26). Por que será que encontraram espaço dentro de si mesmos para o louvor a Deus – apesar do grande desconforto que é a dor física? Simplesmente porque descansavam na Verdade, como quem sabe o que lhe pertence em Cristo Jesus! Assim, a sua força interior impediu que aqueles açoites determinassem como deveriam reagir! Em meio à Paz que ambos viviam - expressada pelo descanso manifesto através daquele louvor - Deus sacudiu os alicerces do cárcere, promovendo um Avivamento naquele local, levando à salvação o próprio carcereiro juntamente com toda a sua família.

Louvado seja Deus! Não vemos muitos cristãos andando nesse tipo de Fé, hoje em dia. Entretanto, Deus está restaurando-nos a Visão Espiritual, trazendo-nos de volta à Sua Palavra, de modo que Sua Igreja firmar-se-á outra vez naquilo que lhe pertence.

Estou certo de que andaremos nesse tipo de Poder em breves dias. Enquanto isso, cresçamos nessa Paz sobrenatural!

Pr. Eurípedes Soares - Um Servidor do Reino de Cristo