22/02/2011

04/01/11


UM VERDADEIRO ADORADOR AMA SUA PATRIA E SUA NAÇÃO



A LINDA HISTÓRIA DE NEEMIAS



HOJE ENQUANTO ORA PELA MINHA CIDADE O SENHOR ME FALOU FORTEMENTE AO MEU CORAÇÃO E MIM LEVOU A LER O LIVRO DE NEEMIAS,E AO LER OS PRIMEIROS CAPÍTULOS FIQUEI IMPRESSIONADA COM TANTO AMOR E A DETERMINAÇÃO DE NEEMIAS,QUE ERA COPEIRO DO REI ARTAXEXES.

E SER COPEIRO NAQUELA EPÓCA ERA UMA PROFISSÃO MUITO IMPORTANTE E LUCRATIVO ;ENTÃO PODEMOS OBS QUE ELE ERA CONSIDERADO NAQUELA ÉPOCA UM HOMEM BEM SUCEDIDO.MAS TUDO ISSO NÃO FEZ DIFERENÇA PARA NEEMIAS.

QUE OROU A DEUS DURANTE QUATRO MESES PAR QUE ELE ABENÇOASSE O SEU PLANO DE IR PESSOALMENTE E RECONSTRUIR OS MUROS DE JERUSALÉM.

A INTENÇÃO DELE ERA AJUDAR O POVO QUE ESTAVA SOFRENDO COM A SITUAÇÃO.ENTÃO DEPOIS DESTE 04 MESES ELE TOMOU CORAGEM E PEDIU A AUTORIZAÇÃO AO REI ARTAXEXES E COMO DEUS ESTAVA NO CONTROLE ,O REI LOGO -O LIBEROU E AINDA FOI ENVIADO AQUELA CIDADE COMO GOVERNADOR DA JUDEIA.

E MAS UMA VEZ ELE NÓS SURPREENDEU ,NÃO DEU IMPORTÂNCIA AO TITULO E COLOCOU A MÃO NA MASSA.

O PRIMEIRO PASSO QUE NEEMIAS DEU AO CHEGAR LÁ !

FOI EXAMINAR A SITUAÇÃO OU O TERRENO,E PREPARA UM PLANO DE REEDIFICAÇÃO DAQUELE LUGAR.

O ENTUSIASMO DE NEEMIAS ERA TANTO QUE LEVOU O POVO A EMPREGAR TODA SUAS ENERGIAS NA REEDIFICAÇÃO DOS MUROS(UMA INFLUÊNCIA BOA).

MESMO COM OS SEUS INIMIGOS DIZENDO QUE NÃO ,TENTANDO IMPEDIR DE TODAS AS FORMAS E RECONSTRUÇÃO DAQUELA CIDADE SE CONCRETIZOU EM 02 MESES.O QUE INCOMODOU MUITA GENTE!



O SENHOR MIM ABRIU O ENTENDIMENTO SOBRE A RESTAURAÇÃO DOS MUROS DE JERUSALÉM,NEEMIAS NÃO MORAVA LÁ ,NEM SEUS PAIS POIS JÁ HAVIAM MORRIDO,MAS MESMO ASSIM PUDE VER O AMOR DE NEEMIAS PELA SUA CIDADE AO PONTO DE ROMPE TODAS AS BARREIRAS E RECONSTRUIR AQUELA CIDADE.





1ª BARREIRA O REI (AUTORIDADE MAIOR )



2ª A DIFICULDADE AO CHEGAR LÁ(MUITO ENTULHO)



3ª PESSOAS QUE NÃO DÃO CREDITO



4ª O TAMANHO DOS MUROS DA CIDADE (BARREIRA)



MAS NEEMIAS CONFIOU NO SEU DEUS E PASSOU POR CIMA DE TODAS AS BARREIRAS .ELE TAMBÉM TEVE ÊXITO APARTI DO MOMENTO QUE ELE DEU O PRIMEIRO PASSO,ENTÃO A SUA INFLUENCIA POSITIVA LEVOU OUTRAS PESSOAS A QUEREREM O BEM DAQUELA CIDADE QUE PARECIA NÃO TER MAS JEITO.



MORAL DA HISTORIA:MORO NUMA CIDADE EM QUE NEM MESMO O PRÓPRIO GOVERNANTE ACREDITA NA SUA RECONSTRUÇÃO, E ALGUNS MORADORES LANÇAM MALDIÇÃO SOBRE ESTA CIDADE .



MAS EU CREIO QUE POTIRAGUÁ E DO SENHOR JESUS E QUE E UMA TERRA FÉRTIL E SE FOR PRECISO LEVANTAREI OS SEUS MUROS Ò POTIRAGUÁ COM AS MINHAS ORAÇÕES,E COM A MINHA BOA VONTADE DE AJUDAR MINHA QUERIDA CIDADE NATAL .



POTIRAGUÁ AQUI TEM SOLDADOS VALENTES PRONTOS A GUERREAR.

POTIRAGUÁ AQUI TEM ESPIAS BONS QUE VELAM POR TI DE DIA E DE NOITE.



DESCOBRIR QUE TENHO QUE SER UM NEEMIAS DA VIDA

E VC PODE DIZER O MESMO?



ESCRITO POR:ISMENIA DESIDERIO

QUE DEUS ABENÇOE TODOS VCS



IMPORTANTE:NEEMIAS MOSTROU GRANDE AMOR E PATRIOTISMO E TEMOR A DEUS(NE 5:15)



RECONHECENDO O GRANDE PODER DE DEUS EM TODAS AS COISAS(NE1:11e2:18)



VIGILÂNCIA E ORAÇÃO(NE 4:9)



AQUELES QUE SELARAM UM PACTO(NE4:9)



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Postado por Ismenia Desideri

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=

10/01/11

PRINCÍPIOS PARA UMA MINISTRAÇÃO ABENÇOADORA

“Quem te não temerá, ó Senhor, e não glorificará o teu nome? Porque só tu és santo; por isso todas as nações virão e adorarão diante de ti, porque os teus atos de justiça se fizeram manifestos” – Apocalipse 15:4.



Temos aqui um tema que requer de nós especial atenção. Para alguns, trata-se de um terreno desconhecido. E mesmo para aqueles que têm algum conhecimento, sempre será um desafio novo. Cada culto é uma experiência nova, de onde extraímos lições que vão nos moldando e formando em nós o perfil de verdadeiros adoradores, que em função desse aprendizado, vão sendo confirmados como ministros diante da congregação.



A ministração do louvor exige total responsabilidade, entrega e dedicação, daí o fato de que se trata de um ministério, e ministério com peso pastoral. A administração desse serviço se faz garantir através de princípios divinos que devemos encarnar, praticar e deles depender sempre. Esses princípios nos livram da mediocridade e contribuem para que busquemos a excelência nesse ministério, em louvor ao nosso Deus! (Fl 1:10-11).



Sensibilidade – Salmos 43:3



Sensibilidade fala de percepção, de revelação, de ter luz. É uma ferramenta essencial, pois facilita em muito a nossa tarefa. É indispensável no momento do culto, na relação que temos com o Espírito, com os músicos e com as pessoas em geral.



Dependência do Espírito – Efésios 5:18.



É dependência geral, total e irrestrita. Paulo diz que onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade (II Co 3:17). O dirigente deve ganhar a visão de que o culto é do Espírito Santo e Ele sabe o que é melhor para cada pessoa (Rm 8:26-27). Ele indica o cântico, a frase, a oração a ser feita, enfim, tudo.



Inspiração (Palavra de Deus) – Salmos 22:25.



O dirigente sempre precisa estar inspirado. A inspiração nasce do nosso tempo diário com Deus (Sl 34:1). A fonte principal é a Palavra. Quanto mais Palavra eu tiver, mais inspirado serei (Cl 3:16).



Expressão – Gálatas 5:22.



A Palavra diz que o coração alegre aformoseia o rosto (Pv 15:13). O fruto do Espírito produz amor, paz, alegria etc. O dirigente deve meditar naquilo que canta. Esse exercício constante resulta numa expressão de vida abundante.



Segurança (saber o que fazer) – II Coríntios 3:4-6.



A congregação espera que o dirigente a conduza na ministração. É como o motorista de um coletivo cheio de pessoas. Todos esperam que ele tenha conhecimento do que faz e possam assim chegar ao seu destino.



Identificação (sacerdote) – Hebreus 5:1.



O dirigente é um sacerdote, um intermediário entre Deus e os homens. Portanto, deve estar profundamente identificado com os interesses do Senhor e dos homens.



O ministério de Jesus – Hebreus 2:12.



O dirigente deve ter a visão de que Jesus está em meio à congregação cantando louvores. Deus habita no meio dos louvores do seu povo (Sl 22:3).



Conclusão



Se estivermos atentos a estes princípios, colheremos resultados surpreendentes do nosso trabalho. A igreja será abençoada, edificada, e o Senhor glorificado junto ao seu povo.



Deus abençoe!

Postado por Ismenia Desiderio às

10/01/11

OS CINCO MINISTÉRIOS NA DANÇA







“Dentro deste ministério existem os cinco ministérios.” Senhor Jesus







Essa frase eu ouvi do Senhor Jesus quando estava escrevendo os primeiros rascunhos deste estudo. Já havia sido ministrada anteriormente sobre a existência de uma dança apostólica e enquanto questionava se escreveria profética ou apostólica no texto ouvi do Senhor a frase acima citada. Procurarei compartilhar o que foi revelado pelo Senhor. Receba em seu coração e busque uma confirmação que, tenho certeza, virá até você, pois isto é algo bastante novo no nosso meio.





Antes, encontro ser necessário estabelecer alguns conceitos, que auxiliarão na compreensão desta revelação:





Muito temos ouvido acerca de atos proféticos. Eles já são uma realidade em praticamente todo o mundo. Onde existe um cristão que está entrando na revelação profética destes últimos tempos, já foi realizado pelo menos um ato profético. Mas em que consistem? A função do ato profético é estabelecer, demonstrar algo que Deus está querendo dizer, fisicamente. Seria o equivalente a mostrar com símbolos (incluem-se as palavras) ou por meio deles. Não podemos desconsiderar que o mundo foi construído por palavras e Palavras de Deus. O ato profético ainda tem a função da remissão do lugar em que ele está sendo realizado.





Já o ato apostólico exerce uma função distinta, ainda que, aparentemente, faça uso das mesmas ferramentas que são usadas para os atos proféticos. A diferença está no resultado, nos frutos. No ato apostólico não apenas se confrontam as fortalezas do inimigo (isso também é feito nos atos proféticos, mas de forma diferente, em níveis diferentes), mas, especialmente, se constrói um caminho santo, estabelecendo o Reino de Deus. Isso é equivalente ao que Paulo fez em Efésios (confronto com Diana, a vitória dos servos de Deus e o aumento do Reino) e ao que Jesus fez com os Doze na Galiléia.



“E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo” Efésios 4:11





A) Apóstolos da dança (dança apostólica)





A dança apostólica ocorre quando o adorador, através da sua dança (ou outra manifestação artística), faz algo que influencia, que age diretamente na implantação do Reino de Deus aqui na terra. É, inevitavelmente, uma dança de guerra, um confronto entre luz e trevas, mas com vitória em Cristo quando esta dança é totalmente dirigida pelo Espírito Santo. Há um efeito (fruto), uma mudança perceptível na região, algo visível, palpável, como a conversão de uma multidão, por exemplo.









B) Profetas da dança (dança profética)





A dança profética, por sua vez, também é uma dança de guerra, mas não apenas, pois podemos profetizar, na mais profunda adoração, o casamento do Noivo com a Sua Igreja. A dança é profética quando expressa, através de coreografia ou adoração espontânea (ou outra forma ainda), aquilo que o Senhor Jesus quer falar naquele momento ou aquilo que Ele deseja mostrar/revelar para aquele período e local. Em certa medida, podemos afirmar que esta forma de adoração vem sendo restaurada no Corpo de Cristo.













C) Evangelistas da dança (dança evangelista)





A dança evangelista (ou evangelística) é aquela que fala de Jesus, o Filho de Deus, aquela que leva ao Seu conhecimento. Nela, os adoradores procuram alcançar o coração das pessoas através de sua dança, mostrando a necessidade de se renderem aos pés do Criador, de receberem a Cristo em suas vidas e de segui-lO, tornando-se cristãos segundo o coração do Pai. De todas, essa é a dança que mais freqüentemente vemos nas diversas congregações.









D) Pastores da dança (dança pastoral)





Assim como o pastor deve guiar as ovelhas e delas cuidar, a dança pastoral é aquela que guia os adoradores, que ministra a Igreja, que a alimenta, sendo um canal de Deus para curas, transformações de vidas, sinais e maravilhas. É, ainda, responsável por manter o grupo na direção ensinada pelo Mestre.







E) Mestres da dança (dança mestral)





A dança mestral ocorre quando o adorador ensina o povo de Deus a seguir Seus mandamentos (Caminho) através da sua dança. Ocorre, também, quando este adorador compartilha o conhecimento dado pelo Senhor ao Corpo de Cristo com uma dança-teatro que ensina como um cristão deve agir diante de tentações ou provações, por exemplo. Além disso, esta unção ocorre quando o sacerdote da adoração ensina ao ministério e à Igreja os princípios de Deus para este ministério.







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Postado por Ismenia Desiderio às 16:57

10/01/11

COMPREENDENDO A ADORAÇÃO







“Porque d`Ele, e por Ele, e para Ele são todas as coisas; glória, pois, a Ele eternamente. Amém!”



Romanos 11:36









O Senhor Jesus não apenas é a essência da nossa adoração como também, e especialmente, de todo o nosso viver, tornando-se, portanto, a própria razão de estarmos vivos.



Desta forma, para que possamos viver uma vida realmente na presença de Cristo, usufruindo o Seu amor e retribuindo com o nosso amor, com a nossa dedicação de servi-lO e de amar aqueles a quem Ele ama, é preciso que trilhemos o caminho que Ele delineou para nós. Um caminho que nos leva até Ele, que nos leva ao Seu conhecimento, ao Seu coração e aos Seus segredos.









"Amarás, pois, o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força." Deuteronômio 6:5











Para compreendermos um pouco mais acerca do versículo acima, estaremos estudando um pouco sobre a etimologia (origem e formação) das palavras "adorar" (no Antigo e Novo Testamentos) e "adorador" (encontrado apenas no Novo Testamento).











A) No dicionário da língua portuguesa encontramos adorar à prestar culto a (divindade); venerar; amar extremosamente.











Estes significados já nos ajudam a esclarecer o caráter da adoração: prestar culto a Deus Pai, a Deus Filho (Jesus Cristo) e a Deus Espírito (Espírito Santo); venerar o Senhor, Seus feitos, Suas obras maravilhosas, Seu caráter; amá-lO porque Ele nos amou primeiro, por Ele ser exatamente quem Ele é: o Todo-poderoso Eu Sou nas nossas vidas. Aleluia!









No dicionário bíblico a palavra equivalente ao verbo adorar no AT[1] é sãhãh, que aparece mais de 170 vezes na Bíblia hebraica. Sua primeira ocorrência é em Gênesis 18:2:









"Levantando Abraão os olhos, olhou e eis três homens de pé em frente dele. Quando os viu, correu da porta da tenda ao seu encontro, e prostrou-se em terra."



































O significado de sãhãh é exatamente este: adorar, abaixar-se, prostrar-se, curvar-se. No hebraico moderno é compreendido como curvar-se ou inclinar-se, "mas não no sentido geral de `adorar`" (Vine, 2003, p.31).











No NT encontramos equivalentes gregos para adorar, adoração e, ainda, adorador.











Existem cinco palavras referentes ao verbo adorar:











Y Pruskuneõ à formado de pros (para) e kuneõ (beijar). Referente a fazer mesura, fazer reverência a, virar-se e beijar, aproximar-se e beijar, adorar de joelhor. De todos os demais termos, este é o mais freqüente com o significado de adorar.



Exemplos: encontrado em Jo 4:21-24 e Mt 4:10 (usado para homenagear ou reverenciar a Deus); em Mt 2:2 e Hb 1:6 (para homenagear/reverenciar a Jesus); em Mt 18:26 (para fazê-lo a um homem); em Ap 13:4 (fazê-lo ao dragão e à besta); em Ap 9:20 (a demônios) e em At 7:43 (a ídolos).











Y Sebomai à referente ao ato de venerar, porém acentuando-se o sentido de temor e/ou devoção.



Exemplos: encontrado em Mt 15:9 e At 16:14 (usado para adorar a Deus) e At 19:27 (para adorar a Diana).











Y Sebazomai à variação do anterior com sentido de honrar religiosamente.



Exemplo: encontrado em Rm 1:25











Y Latreuõ à referente a servir, fazer homenagem religiosa ou prestar culto religioso.



Exemplos: encontrado em At 24:14 e Fp 3:3











Y Eusebeõ à referente a agir piamente para com.



Exemplos: encontrado em At 17:23 (com o sentido de honrais)











Acredito honestamente que nascemos para adorar e sermos íntimos de Deus. Isto faz parte da nossa natureza, do plano de Deus para a nossa criação (desde Adão e Eva).





Mas atenção, também creio que quando não estamos adorando a Deus, o fazemos a outras coisas que podem ser a nós mesmos (nossa vaidade, nosso ego, nossa preguiça...), à nossa família, à televisão e, inclusive, ao próprio satanás quando caímos em alguma de suas armadilhas (quando deixamos de meditar na Palavra, quando não investimos tempo com o Senhor Jesus...).





Veja nos versículos citados e em tantas outras passagens bíblicas quantas vezes se adorou aquilo que era errado, aquilo que não devia receber qualquer adoração ou culto.











Pela etimologia do verbo adorar percebemos que, biblicamente, não existe nada que nos limite a manifestar nosso amor e reconhecimento a Deus exclusivamente por meio de cânticos e louvores.





Conforme W. E. Vine “A adoração a Deus (...) pode ser amplamente considerada como o reconhecimento direto a Deus, da Sua natureza, atributos, caminhos e reivindicações, quer pela saída do coração em louvores e ações de graça, quer por ações feitas em tal reconhecimento” (Vine, 2003, p.375).





É possível, portanto, expressarmos nossa adoração a Deus quando nos prostramos diante d`Ele e humilhamos nossa auto-suficiência (Mt 18:4); quando nos curvamos e reconhecemos que Ele é o único Deus em nossas vidas; quando nos inclinamos diante do Seu trono e beijamos os Seus pés e as Suas mãos; quando fazemos reverências, quando damos a Ele a glória devida por tudo o que passamos (quer as boas, quer as difíceis situações); quando O homenageamos por sua majestade, por Seu carinho conosco, pelas transformações operadas em nossas vidas; quando O servimos porque O amamos, para alegrá-lO e nos tornarmos Seus amigos (Jo 15:15); quando a Ele prestamos culto através da nossa vida reta e da administração que fazemos do ministério que Jesus nos confiou (Jo 25:14-10).





Agora eu pergunto: não podemos expressar tudo o que consta no parágrafo anterior por meio da dança? Em alguns casos não fica até mais fácil de fazê-lo?











B) Adoração: existem três palavras referentes ao verbo adorar no NT:











Y Sebasma à denota objeto de adoração (em At 17:23) e se adora (em 2 Ts 2:4)











Y Ethelothreskeia ou kia à formado de ethelo (querer) e threskeia (adoração). Referente a adoração da vontade. Em Cl 2:23 tem o sentido de devoção voluntária (adoração voluntariamente adotada).











Y Threskeia ou kia à denota literalmente o substantivo adoração. Em Cl 2:18 tem o sentido de culto.











No dicionário da língua portuguesa adoração é à ato de adorar; culto a Deus; amor profundo, excessivo; veneração.











C) Adorador, segundo o dicionário da língua portuguesa à aquele que adora; venerador; apaixonado.











No NT existem quatro palavras que denotam adorador:











Y Proskunetes à referente a aquele que homenageia ou faz reverência ao Ser adorado. Encontrado em Jo 4:23.











Y Neõkoros à denota guardador. Encontrado em At 19:35.











Y Theosebes à formado de theos (Deus) e sebomais (venerar). Denota que reverencia a Deus. É usado em Jo 9:31 com o significado de temente a Deus.











Y Latreuõ à em Hb 10:2 tem o sentido de ministrantes, no particípio presente, o que, literalmente, significa adoradores.











É perceptível que algo no AT impedia o homem de ter acesso à intimidade do Senhor. Era o pecado que fazia essa separação ou impedimento. A adoração a Deus era, como vimos pela etimologia das palavras, algo bastante ritualístico: apresentar o holocausto e curvar-se, prostrar-se diante do Senhor.



Mas aleluia, Jesus veio e venceu. É clara a diferença entre o ato de adorar do Antigo e o do NT. O relacionamento de intimidade com o Pai foi restabelecido por Jesus. Agora, os movimentos já são mais expressivos. Abaixar-se e beijar (reverência ao Senhor com a novidade do beijo, algo extremamente íntimo), aproximar-se e beijar (Jesus abriu a porta e nos mostrou o caminho até o Pai), adorar de joelhos, fazer mesura, servir, homenagear.





Podemos demonstrar cada uma das formas acima citadas, expressando-as na adoração com dança, mas não mostrando apenas como fazê-lo, pois seria artificial e teatral. É necessário viver a adoração, afinal ela é fruto de um amor profundo a Deus.





Apesar dessas novas expressões (ou significados), o temor a Deus e a reverência não foram abolidos por Jesus. Ao contrário, vemos n’Ele o exemplo maior de uma pessoa temente a Deus. Em todo o Evangelho, Ele jamais fez algo que não fosse da vontade perfeita de Seu Pai.





Agia assim por temor, ou seja, por um grande respeito que nutria por Deus. É preciso lembrar que temor é diferente de medo, mas semelhante à reverência, “por meio da qual o indivíduo reconhece o poder e a posição do indivíduo reverenciado e lhe presta respeito formal” (Vine, 2003, p.301).





Nesse sentido, a submissão está implícita ao temor. Vale lembrar que o temor a Deus é o princípio da sabedoria (Pv 1:7). Quer ser sábio? Tema a Deus e O reverencie (aqui também entra a adoração).









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[1] Leia AT como Antigo Testamento e NT como Novo Testamento.

Postado por Ismenia Desiderio às 16:49

12/01/11

O Lugar do Espírito Santo na Trindade

[DEVOCIONAL] John Piper – O Lugar do Espírito Santo na Trindade





por John Piper



Durante uma série de mensagens com base no livro de Hebreus, alguém perguntou a respeito de meu ponto de vista sobre o Espírito Santo. A razão para isso é que o Espírito Santo não recebe tanta atenção quanto o Pai e o Filho. Este é um assunto difícil, mas tentei esclarecê-lo. Eis o que escrevi em resposta.

Tenho enfatizado (a partir de textos como Hebreus 1.3; Colossenses 1.15; 2.9; Filipenses 2.6; 2 Coríntios 4.4 e João 1.1) que o Filho de Deus é o reflexo do próprio Deus Pai, em sua auto-consciência. Deus tem uma idéia perfeitamente clara e total de suas perfeições. Esta imagem de Deus é tão perfeita e completa, que é, na realidade, a manifestação de Deus, o Filho, uma pessoa com seus próprios direitos.

Portanto, Deus Filho não é criado, nem formado. Ele é co-eterno com o Pai, porque o Pai sempre teve essa perfeita imagem de Si mesmo. O Filho é dependente do Pai, como uma imagem depende do original, mas não é inferior em qualquer atributo divino, porque é uma cópia viva e plena das perfeições do Pai. De fato, isto é um grande mistério — como uma idéia, um reflexo ou imagem do Pai pode realmente ser uma pessoa, com seus próprios direitos? — e não imagino que sou capaz de tornar o infinito completamente controlável.

Ora, o que dizer sobre o Espírito Santo? Acho proveitoso observar que a mente de Deus, refletida em nossa própria mente, tem duas faculdades: entendimento e vontade (tendo as emoções como os atos mais vívidos da vontade). Em outras palavras, antes da Criação, Deus podia relacionar-se consigo mesmo de duas maneiras: podia conhecer e amar a Si mesmo. Em conhecer a Si mesmo, Deus gerou o Filho, a perfeita, completa e total imagem pessoal dEle mesmo. Em amar a Si mesmo, o Espírito Santo procedeu do Pai e do Filho.

Portanto, o Filho é a eterna imagem que o Pai tem de suas próprias perfeições, e o Espírito Santo é o eterno amor que flui entre o Pai e o Filho, visto que se deleitam Um no Outro.

Como pode este amor ser uma pessoa em seus próprios méritos? As palavras falham, mas não podemos dizer que o amor entre o Pai e o Filho é tão perfeito, tão constante e envolve tão completamente o que o Pai e o Filho são em Si mesmos, que este amor se manifesta como uma Pessoa em seus próprios méritos?

C. S. Lewis tentou apresentar isso usando uma analogia — mas é somente uma analogia:

Você sabe que entre os seres humanos, quando se reúnem em família, ou num clube, ou numa sociedade comercial, as pessoas falam sobre o “espírito” daquela família, daquele clube ou daquela sociedade comercial. Elas falam sobre “espírito” porque os membros individuais, quando se reúnem, desenvolvem maneiras particulares de conversarem e se comportarem, maneiras que não teriam, se estivessem sozinhos. É como se uma personalidade coletiva viesse à existência. Na verdade, não é uma pessoa real: é apenas semelhante a uma pessoa. Mas essa é somente uma das diferenças entre Deus e nós. O que resulta da vida conjunta de Deus Pai e Deus Filho é uma Pessoa real; é, de fato, a Terceira das três Pessoas que são Deus.

Estes são mistérios profundos. Todavia, para amar e conhecer a Deus, considero proveitoso ter em mente, pelo menos, alguma concepção quando afirmo que existe somente um Deus e de que Ele existe em três Pessoas. É nosso dever e deleite adorar o nosso grande Deus, mas Ele não é honrado mediante adoração ignorante, pois isto seria uma charada. A adoração tem de se fundamentar em algum conhecimento. Do contrário, não é o verdadeiro Deus a quem adoramos.

Extraído do livro: Uma Vida Voltada para Deus, de John Piper.

Copyright: © Editora FIEL

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

26/01/11

As marcas de Cristo na vida do cristão

“Estamos vivendo dias, onde muitos se dizem cristãos, mas na verdade não conseguimos mais identificá-los, pois as marcas em suas vidas se apagaram, estes não brilham mais como Jesus disse “vos sois a luz do mundo”, e você pode dizer neste instante que tem a marca de Cristo em sua vida”.



Aprendemos muito com o apóstolo Paulo na carta que escreveu aos Gálatas no cap.6:17 na versão bíblia jovem da ed. Sociedade Bíblica que diz assim: “Para terminar: que mais ninguém crie dificuldades para mim,pois as marcas no meu corpo mostram que sou escravo de Cristo”. Ao fazer uma reflexão sobre este pequeno texto, Paulo tem uma convicção que a sua vida não lhe pertencia mais, mas pertencia ao Senhor Jesus desde o dia em que o Senhor o visitou no caminho de Damasco quando ele estava a perseguir os cristãos para maltratar, prender e até mesmo disposto à matar todos aqueles que se diziam cristão, por ele ser um fariseu zeloso da leis de JAVEH, mas agora de perseguidor ele passa a ser perseguido e aprendeu que ser cristão de verdade era necessário ter as marcas de Cristo e da mesma forma que Jesus padeceu e foi caluniado, difamaram, perseguiram,bateram, chicotearam e se escarneceram Dele, o apóstolo Paulo também sente isso na própria carne e diz “para que ninguém mais o moleste pois o seu corpo estava marcado” e como servo se sentia preso a Jesus e que nada poderia mudar está situação este relacionamento com Cristo pois ele tinha se tornado um verdadeiro cristão.



Mas sabemos que estas marcas profundas ficaram na vida de Paulo ao ponto de ele ser reconhecido em qualquer parte como um servo de Jesus Cristo, pois ele foi transformado de tal maneira que todos que olhavam para ele viram que o Saulo estava morto mas que diante deles havia um novo homem que se chamava Paulo. Será que você leva consigo a marca de Cristo em sua vida e realmente você é uma nova criatura em Cristo.



Podemos então dizer que a marca é um sinal que identifica ,e qualquer um que serve a Deus necessita ter uma marca para diferenciá-lo dos demais, o fato de ter a marca de Cristo nos faz aceitar e suportar tudo de bom ou ruim já que estamos sujeito a todas as coisas em nossa vida, tendo uma certeza de que haveremos de vencer pela graça nos dada pelo nosso Senhor.



Existem marcas em nossa vidas que deixam sequelas que não se apagam fácil, o rancor ,raízes da amargura são marcas psicológicas que por conta de um passado sempre aparece no futuro para nos assombrar e relembrar do fato causando até mesmo depressões, angustias e tristezas, marcas materiais e espirituais que ao menor sinal sempre vamos lembrar, mas que podem se curadas através do poder restaurador de Cristo e por conta disso necessitamos da marca de Cristo em nós para fazermos a diferença . Vejamos então como se identifica.



• Quando pensamos em marca sempre vamos lembrar de um símbolo ou sinal que certamente vai no lembrar no mesmo instante de um produto e a nossa mente vai relacionar o produto com a marca um exemplo disto e quando a dona de casa está elaborando uma lista para ir ao supermercado e anota Bombril decerto você imaginou o que é, mas na verdade o que ela quer é uma palha de aço, bombril é apenas uma marca mais ao chegar na prateleira terão várias outras mas talvez em vez de optar pela marca, ela leve uma similar para casa.



• Podemos dizer então que a marca ela identifica e mostra o que é realmente o produto.



• Entenda então que o cristão precisa ser identificado aonde quer que esteja, pois ele tem a marca de Cristo o evangelho de S. João no diz que somos a luz do mundo e função da luz é brilhar em meio à escuridão.



• Antigamente quando alguém tinha a orelha furada era uma marca um sinal que aquele indivíduo era um escravo e todos podiam identificá-los e até mesmo quando estes saiam para fazer compras para o senhor este escravo carregava um selo que identificava o seu senhor e quando ele comprava alguma mercadoria era marcado com o selo e todos sabiam que aquela mercadoria pertencia a tal senhor.



É maravilhoso saber que Jesus é Senhor de nossa vida e que também nos selou com o selo da promessa que é o Espírito Santo, a marca Dele em nós é o seu sangue que está na nossa vida como um sinal que fostes comprados e resgatados, e o seu selo é a garantia que nos assegura que o sangue de Cristo em nossa vida é genuíno e nos garante que se permanecermos com estas marcas ,quando chegar no grande dia da igreja onde se dará o arrebatamento vai demonstrar que pertencemos exclusivamente a Ele e ao seu reino que foi preparado para cada um de nós.


Portanto é necessário que as marcas velhas do nosso passado sejam apagadas e se existe alguma raiz, que seja arrancada, e que por mais que seja triste e sombrio o nosso passado, devemos lançar a nossa vida aos cuidados do Senhor, e tendo esta nova marca em nós, nos diz que a partir deste momento somos um novo homem em Cristo Jesus, sabendo que podemos agora, escrever uma nova história da nossa vida, pois temos a marca Dele em nós.

Postado por Ismenia Desiderio

Uma Herança para os Santificados

Ezequiel 48:11 – Este texto começa a falar de sacerdotes logo após o texto anterior que fala sobre restauração.

Tudo o que nós vamos alcançar em Deus, no ministério, está diretamente proporcional à nossa devoção a Ele.

I Samuel 2:27 a 36 – à partir de Moisés o ministério tem uma ordem. Começa a ser gerada toda uma linhagem de sacerdotes.



O ministério exige de nós um compromisso com Deus. O sacerdote tem que ser fiel a Deus. Não somente o sacerdote, mas toda a sua linhagem. É um sacerdócio que é fiel não somente na sua geração, mas nas gerações posteriores.



I Reis 2:26 – Zadoque assume o sacerdócio de Abiatar. Zadoque é o cumprimento da profecia em I Sm 2.



Achamos que estes princípios de ter toda a linhagem consagrada a Deus só está no Velho Testamento. Mas vemos Paulo aconselhando aqueles que queriam ser bispos na Casa de Deus, Paulo diz que este bispo deve ser senhor de sua casa, deve ter filhos obedientes. Pois, como um bispo governaria na Igreja se ele não consegue governar a sua própria casa¿


Zadoque é da linhagem de Eliazar, de Finéias. Todos se corromperam menos os filhos de Zadoque. A partir de Zadoque a promessa de um sacerdócio fiel e de uma casa firme se cumpre.



Ser estabelecido ou ser removido do ministério depende de sua santificação, do seu compromisso com Deus. Hoje, na nova aliança, todos são sacerdotes. Esse sempre foi o sonho de Deus.


A força do seu ministério é santidade. O diabo quer tirar a sua autoridade. Deus quer edificar o Tabernáculo caído de Davi. O Tabernáculo de Davi era bem diferente do Tabernáculo de Moisés. O Tabernáculo de Davi era simples, tinha um ambiente de adoração profética.


Esta geração perdeu o temor do Senhor. O pecado, ainda que perdoado, tem consequências. Podemos ser restaurados, mas o pecado tem consequências – Ezequiel 44:10. Todo pecado que cometemos diminui a nossa herança em Deus.


Os líderes, os ministros da nossa geração até que tem muito conhecimento, pois aprendem nos seminários, mas tem faltado nos líderes caráter.


O legado que devemos deixar para as próximas gerações é ter caráter. Santidade no nosso modo de ser.



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